quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Os amores fazem parte de nós, como um sangue secreto



Os amores fazem parte de nós, como um sangue secreto
os amores são eternos mesmo quando acabam.
Uma estranha certeza.
Há no amor um sentido de preservação que vai para além da relação enquanto tempo de partilha, nunca se deixa de amar.
O objecto de um amor, é como uma devoção, passado o nojo, regressa sob a forma de sorriso imperceptível.
Esta é a dimensão da eternidade, esta é a diferença fundamental entre a paixão, aquela que convoca  o prazer e a dor, e o amor, aquele que supera a morte.
Não há lugar para vingança depois do amor, porque não há um depois do amor.
(caminho estranho de reconhecimento da geografia privada, resposta às sucessivas questões internas e externas acerca das razões para ilogicamente desejar coisas boas a tudo o que amei, e porque não emprego a energia na destruição)


http://www.youtube.com/watch?v=tOI575atco4

2 comentários:

  1. O amor tem este sortilégio. Muda de opinião como as pessoas.

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